Pedreiro de Vidro
Desconstruções ornamentais, nem sempre criativas, mas sempre oxidativas.
Passos abertos a lugar por vir. Em frente. Sempre em frente caminha a mente.
Por ambíguos que sejam os traços. Assim traço o tempo da minha fieira. Em suma, a vida, o dia-noite-sexo-álcool. Pois de dois sim, não menos, a antítese seria criada. De lados diferentes os elétrons polarizados e corações iluminados. O dia se esvai mais rápido que as palpitações, mas não diferente.
O tempo caminha com passos da sua ansiedade; tudo que fazes o adiante.
Amigos; espelhos; goles e tragadas.
Seu tempo é sua aflição, sua perversidade e ansiedade pelo fim.
Chega... (!)
... o descanço, sem explicações ou dívidas a pagar.
Passos abertos a lugar por vir. Em frente. Sempre em frente caminha a mente.
Por ambíguos que sejam os traços. Assim traço o tempo da minha fieira. Em suma, a vida, o dia-noite-sexo-álcool. Pois de dois sim, não menos, a antítese seria criada. De lados diferentes os elétrons polarizados e corações iluminados. O dia se esvai mais rápido que as palpitações, mas não diferente.
O tempo caminha com passos da sua ansiedade; tudo que fazes o adiante.
Amigos; espelhos; goles e tragadas.
Seu tempo é sua aflição, sua perversidade e ansiedade pelo fim.
Chega... (!)
... o descanço, sem explicações ou dívidas a pagar.
06/01/08
23:44
Marcadores: botão de liga-desliga, Pedreiro, tempo, vidro


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